segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Todos os outros dias

O que faço com cada novo dia que recebo?
Como decido vivê-lo?
Que emoções tomam conta de mim?
É certo que um dia morrerei, mas como decido viver todos os outros dias é uma escolha pura e unicamente minha.
 
Quando escolho dizer sim para mim, para minha verdade, para atividades e pessoas que contribuem para a expansão da minha energia, estou escolhendo dizer sim para a vida, estou escolhendo como quero me sentir e como quero enxergar o mundo ao meu redor.
 
Um sim para mim, significará muitas vezes um não para o outro e para muitas outras atividades, mas se esse sim é a minha verdade, eu sei que é o caminho, afinal, se ele não for verdadeiro, se eu disser sim querendo dizer não, o final de tudo isso será ressentimento e angústia.

E isso não significa que eu nunca faça isso, ou seja, que eu nunca fale um sim, quando na verdade queria dizer não. Esse na verdade é um grande desafio, desafio que tenho ficado consciente dele a cada dia, através de terapia, cursos, meditação.....
 
A verdade é o único caminho que me liberta das minhas prisões, medos, traumas e é o único caminho capaz de me levar para meu centro. Um lugar cheio de amor e presença.
 
Na minha caminhada pessoal e profissional vejo a importância de percorrer esse caminho!
 
E é assim que escolho viver todos os outros dias!!!!!
 
Espero que essa reflexão possa te ajudar na sua caminhada!
 
Gratidão!

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Diga sim à vida


Nossa mente exerce um papel importantíssimo na maneira como nos sentimos. É ela que interpreta eventos e dá significado para eles.

Ela direciona nossos pensamentos e, a partir daí, podemos sentir culpa, medo, sofrimento, prazer, alegria, etc...

É de extrema importância para nossa saúde emocional observar a mente atentamente e duvidar do que não promove a vida.

A dor é um estado de alerta. Quando estamos bem, ficamos tranquilos, mas se, por exemplo, machucamos nosso dedo, ficamos em estado de alerta para não machucar o local repetidamente. Se sentimos uma dor no estômago, logo procuramos um médico ou tomamos medicamento. Não conseguimos ficar passivos diante da dor. Ela pede ação.

O sofrimento já é diferente, ele entorpece, hipnotiza. Ficamos mergulhados nele, geralmente com muitos “e se.....”. E nossa mente cria um estado de sofrimento tão grande que nos leva a muitas doenças e transtornos, a citar a depressão, ansiedade, síndrome do pânico, etc...

É válido lembrar que os muitos “e se....” que criamos dentro da mente são completamente inúteis e podemos escolher tratá-los como tal. Porque o “e se...” nunca existiu. É apenas uma ilusão criada pela mente. Fazemos nossas escolhas baseado no que temos de vivência e experiência hoje. Nossa mente não é a mesma de ontem, imagine 10 anos atrás. Como poderíamos ter tomado essa ou aquela atitude? Se enxergamos um melhor caminho hoje é porque nossa mente de hoje pensa assim, mas 10 anos atrás ela fez o que tinha experiência e consciência para fazer naquele momento.

Ficar pensando no “e se...” só consome uma energia que poderia ser empregada para investir em consciência e autoconhecimento, para viver um hoje mais saudável e, consequentemente, um amanhã também mais saudável.

Por isso, a consciência e a observação dos pensamentos são de extrema importância. Quando sentimos dor emocional, assim como a dor física, é sinal de que algo não vai bem. É necessário olhar para dentro, sentir nossa energia vital, perceber o que está causando a dor e não ficarmos passivos diante dela. É preciso observar conscientemente para não entrarmos em sofrimento, pois, este cega, hipnotiza e nos deixa envolvidos, muitas vezes, numa teia de pensamentos negativos que ao perceber, já estamos questionando o sentido da existência.

Todos temos dentro de nós um “Eu sábio”, há diversos nomes para ele, alguns também o chamam de intuição. Enfim, essa é uma voz que não engana, que é clara, que não mente. Nossa mente pode até se envolver com nossos pensamentos e mentir para nós mesmos, mas nosso “Eu sábio” não mente, ele é nossa energia vital, que vai em direção à vida.

Ouvir e seguir o “Eu sábio”, assim como observar a mente com consciência,  é dizer sim à vida.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Sombra

A sombra é um dos principais conceitos da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung.
Ela é o lado obscuro, o lado oculto e sombrio da nossa personalidade. Segundo Jung, ela abriga instintos animais que herdamos das espécies primitivas ao longo das eras. Acolhe as ideias, desejos, tendências, memórias e experiências reprimidas ou ocultadas por serem incompatíveis com os padrões sociais ou com padrões que impomos a nós mesmos. Ela contém o que consideramos inferior, aquilo que negligenciamos e aquilo que queremos ocultar ou negar.
 
Conheci o conceito da sombra bem antes de iniciar o curso de Psicologia. Durante minha graduação estudei um pouco sobre a sombra e através das leituras e workshops de Debbie Ford, que estudou Carl G. Jung profundamente, tenho me aprofundado neste conceito.
 
Tenho aprendido e reconhecido a importância de conhecer, acolher e iluminar nosso lado sombra.
 
Jung disse: "Aquilo que não fazemos aflorar à consciência aparece em nossas vidas como destino".
 
Quantos fatos sobre nós, aceitamos como "destino", eu sou assim, não tem jeito,....?
 
Tentamos negar nossa sombra, pois a vemos como algo terrível.
 
Como Psicóloga, estudante do comportamento humano e na minha própria trajetória em busca do autoconhecimento percebo a atuação da sombra, seus efeitos e como muitas vezes não conseguimos valorizar e nem ao menos enxergar nossas qualidades e talentos, pois estamos lutando para negar aspectos indesejados em nós. Estamos lutando para não ser aquilo que está contido em nossa sombra.
 
Foi a partir disso que percebi a importância deste processo de conhecimento, acolhimento e iluminação da sombra no caminho da transformação.
 
O trabalho que Debbie Ford fez durante grande parte de sua vida no sentido de ensinar as pessoas a conhecer, acolher e iluminar essa parte presente em todos nós é um processo de extrema importância para integrar uma parte nossa que guarda tesouros importantíssimos e atingir a totalidade do nosso ser.
 
Bill Spinoza disse: "Aquilo com que você não consegue coexistir não o deixará existir".
 
É importante trazer à consciência essa parte nossa para que possamos trilhar um caminho mais autêntico.
 
Connie Zweig disse: "Cada um de nós contém um Dr.Jekyll e um Mr.Hyde: uma persona agradável para uso cotidiano e um eu oculto e noturnal que permanece amordaçado a maior parte do tempo. Emoções e comportamentos negativos - raiva, inveja, vergonha, falsidade, ressentimento, lascívia, cobiça e tendências suicidas  - ficam escondidas logo abaixo da superfície, mascaradas pelo nosso eu mais apropriado às conveniências. Em seu conjunto, são conhecidos na Psicologia como a sombra pessoal, que continua a ser um território indomado e inexplorado para a maioria de nós".
 
Explorar esse território, iluminar nosso lado sombra e acolher nossa totalidade é responsabilidade única de cada um.
 
A sombra tem um papel importante na busca pela Luz, pois quando mergulhamos fundo em nossos aspectos mais assustadores, retornamos trazendo à tona as nossas qualidades.
 
Debbie Ford sugere que prestemos atenção aos nossos próprios sermões. Projetar nos outros nossas dificuldades é julgar e condenar aquilo que não gostamos em nós mesmos. O sermão na verdade vale para aquele aspecto que nós mesmos estamos ocultando.
 
O mundo é um grande espelho e através dele podemos ver nossos comportamentos e atitudes. Enquanto não assimilarmos e aceitarmos o nosso lado sombrio, ele nos espreitará. Quando entendemos que ele faz parte de ser humano e aceitamos esses aspectos como parte integrante do ser, rompemos as correntes que amarram a nossa felicidade.
 
 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Elogiar

Tive uma professora muito querida na faculdade que disse em uma aula algo que ficou gravado na minha memória. Ela falou que quando um professor enfatiza muito o comportamento “negativo” de um aluno, dizendo coisas do tipo: “Ah, fulano não tem jeito....Esse aí só procura encrenca, não quer saber de estudar, etc....”, isto acaba reforçando naquele aluno essas características e comportamento; fazendo, muitas vezes, ele tomar aquilo como verdade absoluta sobre ele.

Acontece o mesmo com os filhos, quando os pais enfatizam apenas as coisas “negativas”.
Ela dizia que é importante enfatizar as coisas boas; não ficar trazendo à tona as coisas “ruins”. Isto, obviamente, não quer dizer não corrigir ou ensinar, ou ainda, não apontar algo  que a pessoa precisa desenvolver para crescer e melhorar. Quer dizer, simplesmente, não dar ênfase às características e comportamentos “ruins”. É importante reforçar aquilo que a pessoa tem de bom, trazer à tona suas potencialidades e qualidades. Com o tempo isso construirá uma imagem mais positiva e fortalecida na pessoa e o comportamento “ruim” automaticamente tende a diminuir. A pessoa começa a gostar de ser elogiada e, por escolha própria, passa a dar mais ênfase ao comportamento positivo.
Quando enxergamos nossas qualidades e potencialidades abrimos espaço para uma nova forma de nos enxergar, querendo buscar cada vez mais isso dentro de nós, pois é algo que nos impulsiona a crescer, a nos desenvolver e sermos melhores.
Enfatizar coisas “negativas” faz a pessoa “murchar”.
No filme “Como estrelas na terra - toda criança é especial” há um professor que conta para os pais de Ishaan, uma criança muito talentosa e que tem dislexia, a história das ilhas de Salomão. Ele diz que nessa ilha quando os nativos querem parte da floresta para agricultura eles não cortam as árvores. Eles simplesmente se juntam ao redor delas, gritam xingamentos e dizem coisas ruins. Em alguns dias a árvore seca e morre. Ela morre sozinha.
As palavras têm esse impacto.
Elogiar, trazer à tona as coisas boas, qualidades e potencialidades é como regar um planta e aguardar para ver seu lindo florescer.
Façamos isso com nós mesmos e com os outros para que, juntos, possamos desfrutar desta gostosa e agradável paisagem.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Autoconhecimento

A caminhada do autoconhecimento é feita em uma estrada em constante expansão e desenvolvimento. Pegamos a estrada e não sabemos o percurso que faremos. Ele vai sendo conhecido, construído e modificado durante a caminhada. Isto acontece aos poucos com paciência, respeito, acolhimento e muito amor.

Sempre tive grande interesse por temas que envolvam o comportamento humano.
Ainda muito jovem me perguntava por que algumas pessoas reagiam de formas tão diferentes frente a uma mesma situação ou por que tinham opiniões e pontos de vistas tão distintos. A busca por esta resposta me fez trilhar muitos caminhos para conhecer e aprender sobre o comportamento humano.
É incrível saber que todos nascemos como seres únicos. Essa singularidade é característica genética do nosso DNA. Nossa composição genética exata nunca ocorreu antes nem se repetirá jamais.
Isto quer dizer que temos características únicas e próprias; desejos e inclinações que são exclusivamente nossos. Como se fossem nossa marca registrada.

Em seu livro “Maestria” Robert Greene diz que essa singularidade se expressa pela primeira vez na infância, por meio de certas inclinações primordiais. Ele explica que essas inclinações são forças dentro de nós que vêm de um lugar profundo, incapaz de ser descrito por palavras conscientes. Elas nos atraem para certas experiências e nos afastam de outras. À medida que essas forças nos movimentam para lá e para cá, influenciam o desenvolvimento de nossa mente de maneira muito específica. O autor diz que essa singularidade profunda quer se afirmar e expressar naturalmente.

Conforme nos afastamos de nossas inclinações, vamos nos afastando do nosso Ser e aos poucos vamos deixando de cumprir a nossa missão de vida, que é Ser quem somos.

Ainda citando Robert Greene em seu livro “Maestria”, ele exemplifica o que eu disse acima com uma linda metáfora em que diz: “ao nascermos, planta-se uma semente em nosso interior. Essa semente é nossa singularidade. Ela quer crescer, transformar-se, florescer em todo o seu potencial, movida por uma energia assertiva natural. A sua Missão de Vida é cultivar essa semente até o pleno florescimento, é expressar sua singularidade”.

 
Quantas pessoas maravilhosas, talentosas e brilhantes, cada uma em sua singularidade, estão escondidas? Quanto elas poderiam contribuir para o mundo vivendo a alegria de experimentar e viver a verdade do seu Ser? Sua singularidade?
A busca pelo autoconhecimento é a busca por conhecer esse Ser único que por diversos motivos escondemos, usando muitas máscaras e vestindo muitos papéis.

Através do autoconhecimento e da expansão da consciência podemos vivenciar este processo lindo e viver uma vida mais autêntica.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Alquimia Mental

Texto escrito por Marie Blanche
www.mariebize.com.br
 
"Por que alguns vícios parecem intransponíveis? Algumas obsessões recorrentes?

Parece haver uma parte de nós mesmos que se recusa a cooperar. Comum cair em erros quando ainda os são inconscientes. Difícil é compreender a dificuldade de sair destes círculos viciosos mesmo tendo consciência.

A consciência é o ponto fundamental para o início de qualquer trabalho de alquimia, todavia ela, por si só ,não sustenta a força para a mudança. O que sustenta a força de ação?

Além de reconhecer a existência de um espaço obscuro dentro de si e de iniciar o processo de auto observação e lembrança de si mesmo é necessário algo além. Um senso de conexão deve ser criado, o sentido da vida expandido, o processo de individuação iniciado.

Em diversas filosofias e tradições, a meditação é utilizada como recurso fundamental para o aquietamento mental fundamentalmente necessário para a possibilidade de criar um espaço vazio dentro da mente. Isso é tudo que é necessário. Pois este é o terreno fértil e necessário para brotar a semente da plenitude.

O trabalho de Visualização é basicamente o poder da meditação concentrado num objetivo. Um vazio direcionado. Uma energia de força mental para o objetivo sem criar expectativas de como isso deve extamente ocorrer.
O trabalho de Alquimia Mental é transformar o pensamento em ação criativa e criadora."


Fonte:
https://www.facebook.com/AlquimiaMental/posts/616879698377534

Psicologia Positiva

O que é Psicologia Positiva?

A Psicologia Positiva investiga a dinâmica dos relacionamentos saudáveis, fatores que levam grupos de trabalhos a resultados satisfatórios e a realização pessoal duradoura.

Fonte:
https://www.facebook.com/InstitutoDePsicologiaPositivaEComportamento


O vídeo abaixo é bem explicativo sobre o tema:



Fonte:
http://www.psicologiapositiva.com.br/biblioteca/videocast.php

Felicidade pra quê?
 
No ano de 2000 Barbara Fredrickson, pesquisadora da Universidade de Michigan, recebeu um prêmio da John Templeton Foundation por seu trabalho acerca da função das emoções positivas. Por meio desse estudo, descobriu-se que as emoções positivas (e, por extensão, a felicidade) possuem uma finalidade muito maior do que, simplesmente, a de promover o bem-estar.  
Emoções positivas tais como alegria, otimismo, esperança, dentre outras, fortalecem nossos recursos intelectuais, físicos e sociais dos quais podemos lançar mão quando uma oportunidade ou uma ameaça se apresentam no ambiente.

Esse estudo também mostrou que, ao contrário do que ocorre com as negativas, o cultivo das emoções positivas promove uma disposição mental expansiva, tolerante e criativa, deixando as pessoas abertas a novas idéias e experiências.

Considerando que, a partir da Revolução da Informação, as sociedades têm se tornado cada vez mais complexas e interdependentes, alguns pesquisadores são enfáticos ao afirmarem que do cultivo das emoções positivas dependeria a própria sobrevivência da espécie humana. No mundo corporativo essa realidade se repete.
Por isso, muitas empresas ao redor do mundo têm traçado suas estratégias de gestão de pessoas baseadas nos princípios da Psicologia Positiva. Todas elas cientes de que a promoção da felicidade no ambiente de trabalho pode, além de atrair e reter talentos, transformar-se numa poderosa fonte de vantagem competitiva.

Fonte:
http://www.psicologiapositiva.com.br/psicologia-positiva/tela-psicologia.php













Acesse o site abaixo para ler a matéria e assistir ao vídeo referente à foto acima.

http://www.flowpsicologiapositiva.com/wordpress/