sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Missão de Vida

Agradecer é uma prática que eu tenho hoje que acontece com muito mais frequência, pois não foi sempre assim. Refiro-me à gratidão pela existência, pela vida, pela oportunidade de estar de passagem neste mundo fazendo o que eu faço e tendo a chance de vivenciar as experiências que vivencio e descobrir uma nova dimensão de mim a cada novo dia.

Precisei tirar muitos véus de ilusão e limpar muito as lentes com as quais enxergava o mundo. Precisei ir fundo nos meus traumas e medos para poder me libertar deles, para não ser prisioneira do meu passado nem viver ansiando pelo dia de amanhã, com medo da falta e da escassez.

Mas essa caminhada de viver no princípio da abundância, da confiança e do amor e não no da escassez e do medo, exige muita consciência e trabalho interior. A cada dia, um novo eu nasce, e com ele, acessamos memórias antigas e medos que trazemos não só nossos, mas das nossas gerações anteriores e da sociedade como um todo. 

Foram muitas as pessoas que cruzaram o meu caminho e compartilharam sua caminhada comigo, me ajudando imensamente neste processo. Profissionais, amigos, professores, familiares, escritores e mestres espirituais que, com o seus pensamentos e viver no mundo, influenciaram muito para que eu pudesse acessar meu melhor, minha potência de vida, minha missão, a abundância e o amor existentes neste universo.

Escolhi a profissão que escolhi por vocação e amor e sei que ela está alinhada com minha missão de vida. No exercício do meu trabalho e ao iniciar um novo projeto, sinto-me conectada com minha essência mais profunda e essa essência entra em ressonância com a Consciência Cósmica, fazendo com que tudo faça sentido e esteja conectado, numa contínua sincronicidade. 

Dentro das minhas áreas de atuação, várias vertentes me permitem abordar missão de vida. Na minha atuação como Coach, por exemplo, uma das minhas partes favoritas é o desenvolvimento da missão. No meu trabalho como Psicóloga Clínica, uma das muitas coisas que me encantam, é poder participar deste processo de tirar véus e limpar lentes para que as pessoas encontrem e enxerguem seu eu autêntico, limpem seus medos e ressignifiquem traumas; para poderem olhar para seus potenciais, suas qualidades, aquilo que elas têm de único e especial, sua contribuição singular para o mundo e conectarem-se com isso, saindo da esfera do medo e da escassez e indo para a esfera da abundância e do amor!

O quanto você se sente alinhado com sua missão? O quanto sente que está fazendo aquilo que faz você sentir-se conectado com o todo? Deixando sua contribuição única para o mundo?

Se isso não é uma realidade para você hoje e é algo que gostaria de vivenciar, conecte-se com essa energia, faça coaching, terapia, participe de grupos que tenham isso como proposta, leia pessoas que já falaram sobre o tema e busque. Existe muita abundância aqui para todos nós!

Se já quiser começar ler mais sobre missão de vida, acesse o link abaixo, que é um compilado que eu fiz de algumas mensagens e um trecho importante retirado do livro “Maestria”, de Robert Greene.

https://drive.google.com/file/d/0B_2mjr_ubOOyNl9BdU9zUE1mSVU/view?usp=sharing



sábado, 30 de abril de 2016

A energia que pulsa

Temos um infinito potencial de energia dentro de nós, uma energia que quando acessada nos deixa em pleno êxtase pela sensação de sermos um com a existência. Vivenciamos um estado em que o medo não existe e somos puro amor e potencial criativo.

Alguém disse que o pensar é o nosso maior problema. E isto faz muito sentido quando vivenciamos processos que movimentam a energia vital do nosso corpo e nos fazem acessar nossa identidade de forma muito expandida, mas tão logo começamos a tentar entender e julgar esse processo, a energia expandida se dissipa quase que instantaneamente, contudo, um registro da preciosidade daquele momento acontece: Criamos um caminho!

Quando estamos na mente há medo, focamos nossa energia em algum pensamento, damos atenção para algum drama ou nos apegamos a algo externo para darmos algum sentido para nossa vida. A mente questiona, desconfia, duvida, teme, julga o tempo todo, incansavelmente; pede mais, diz que precisamos fazer mais para sermos amados, aceitos, melhores, bem sucedidos e isso se repete em um grande círculo vicioso.

Mas quando estamos no corpo, não há o externo. É só você e Deus, só você e o Universo. Não há medo, há muita inspiração. Dá vontade de ser tudo que queremos, TUDO QUE JÁ SOMOS, mas não fazemos porque nossa mente logo começa a trabalhar, julgar, ocupar-se.....Quando estamos no corpo há confiança em quem somos, acessamos nossa essência divina e nesse processo, é possível observar o movimento de contração e expansão muito claramente, estar com o outro não é angustiante e estar sozinho também não.  É possível ir e vir, entrar e sair, estar e não estar e, em todas as situações: ESTÁ TUDO BEM!

Tenho aprendido que o processo de “Consciência” não acontece com a mente, acontece com o corpo, com o coração. Acontece quando limpamos os canais de energia que bloqueiam o acesso à nossa fagulha divina e então, quando acessamos essa energia, que é fonte de puro amor, acessamos nossa potência, acessamos nossa luz. Essa sensação, que é como ser uma com o Universo, é o mais próximo que já experimentei de Deus. Uma grande alegria. Uma sensação preciosa de completude.

Tentamos entender com a mente, entender nossos processos, nossos traumas, onde erramos, onde “erraram” conosco, onde podemos melhorar; julgamos, buscamos um culpado e uma razão para entender por que agimos como agimos e passamos o que passamos. Obviamente a mente é um canal de conhecimento e compreensão, mas como disse o amado mestre Osho: “a mente deve estar a serviço do coração”, porque só o conhecimento mental, só a cognição, dentro da minha experiência, não são suficientes para gerar uma transmutação e nos levar para um grau mais elevado de Consciência e plenitude. Quando ficamos muito no nível mental, fortalecemos o processo de condicionamento, de jogo de poder, acusação ou vitimização.

Podemos ir além da mente, temos toda essa energia de vida, de criação e inspiração dentro de nós. Nosso corpo tem memórias muito antigas, criamos defesas não somente mentais, mas corporais também. Quando trabalhamos no nível corporal acessamos essas memórias e sentimos a vida de forma muito diferente de quando temos uma compreensão mental de algum processo, tão diferente que a sensação falará por si só. Não queira entender, apenas confie no processo.

Tudo que precisamos fazer para acessar nossa energia de vida é estarmos presentes no nosso corpo, observar, sentir, perceber, dançar, mexer, soltar, soltar nossas defesas, permitir.... e então, sentir o medo se dissipar e a luz do amor, da alegria e da completude surgir e brilhar de dentro.

Hoje, 30 de abril de 2016, participei de um grupo muito lindo cuja proposta de trabalho é caminhar com as pessoas, através de trabalhos corporais e meditativos, nessa busca pela potência e luz que temos dentro de nós.

Gratidão ao grupo DEVIR e a todos que participaram do encontro, pois com muito amor, me proporcionaram a mais um dia, acessar essa minha fonte inesgotável de potência, confiança e amor.

https://www.facebook.com/Luciana-Ribeiro-Psic%C3%B3loga-e-Coach-314726152277048/

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Escolhas

O que exatamente me impede de realizar aquilo que tenho vontade? Escolher o que me faz mais feliz? Por que eu escolho algo mesmo percebendo que isto, na maior parte do tempo, me traz sofrimento e angústia?

A partir do momento em que passamos a existir no útero da nossa mãe já iniciamos nosso processo de vínculo; nossa neuroquímica  já está sendo formada. 

Aprendemos desde muito pequenos a nos identificar com a alegria ou com o sofrimento, com o medo ou com o amor, com a escassez ou com a abundância. Em nosso DNA trazemos traços, características e memórias de gerações anteriores.

Ao nascer, iniciamos também um processo social; aprendemos, com o tempo, que existe um Eu e um outro. O ambiente externo em que crescemos e as pessoas com quem convivemos nos transmitem sua forma de olhar o mundo, que por sua vez, muitas vezes, é a forma de olhar o mundo de seus pais, avós, etc.....

Com a combinação de tudo isso adquirimos nossas crenças e é como se elas fossem "sacolas cheias" que vamos acumulando ao longo do caminho e as carregamos com apego e resistimos muito em deixá-las para trás porque sentimos que elas são a nossa identidade, que sem elas não conseguiremos caminhar, ou até, sem elas não sabemos caminhar.

E é nesse ponto que, muitas vezes, começam algumas das nossas questões na vida: como vivenciar meu "Eu",  fazer o que quero, aquilo que me faz mais feliz, com tanta bagagem?

Se tentamos tirar uma "sacola" sentimos culpa, medo e até desespero. Como deixar ir aquilo que eu percebo como parte de mim, mas que está pesando demais, para vivenciar uma nova forma de pensar, de olhar e caminhar de forma mais leve? Mais autêntica? Mais feliz?

Essa é a caminhada do autoconhecimento e da transformação. De aprender a nos relacionar/vincular a partir do prazer, da alegria e da abundância e não do medo, da dor, da culpa ou da escassez. É preciso aprender um novo caminho, criar novas sinapses, experimentar, ousar, olhar e nos desprender de pesos desnecessários para que consigamos vivenciar a nossa própria jornada e missão.

Eu sei que essa não é uma jornada fácil, mas é possível. É importante caminhar com pessoas que já tenham trilhado esse caminho e ainda o fazem, afinal, este não é um processo de começo, meio e fim. Essa caminhada é uma construção constante, pois todos os dias estamos nos descobrindo, constantemente algo morre e nasce nas nossas vidas.

Pela minha experiência posso dizer que tem valido muito a pena trilhar essa jornada.

Minha gratidão aos meus pais que me proporcionaram a experiência de estar aqui, aos meus mestres, terapeutas, grupos que participo e participei, amigos e a todos que têm feito parte desse meu processo de autoconhecimento e transformação.

E você, como tem se sentido em relação às suas escolhas? Como está sendo a sua caminhada nesse momento?

Reflita!


E como diz a mensagem acima em inglês: "Sua vida é um presente para este mundo, escreva sua história, compartilhe sua paixão, brilhe sua luz e ame com todo seu coração. Dessa forma você deixará ondas de amor neste planeta".

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Do trauma ao tantra

Existem duas grandes forças que nos movem: o amor ou o medo.

Muitos de nós em algum momento da existência viveu um trauma e para que déssemos conta de sobreviver emocionalmente, criamos uma camada de proteção para que não acessássemos esse trauma novamente.

Quando isso acontece a energia do medo toma conta e nos ajuda a sustentar essa proteção como uma forma de sobrevivência. Essa proteção se manifesta em forma de diferentes comportamentos. Só que isso também nos distancia da energia do amor, e a energia do amor é a que nos leva a um estado de confiança relaxada, de empoderamento, de estar em contato novamente com a nossa essência (um local de amor e presença).

Voltar para esse estado tem feito parte da minha caminhada, da minha busca pessoal. E é com muita alegria e gratidão que relato que o curso "Do trauma ao Tantra" com Talib e Shubhaa Fisher me proporcionou acessar este estado.

A energia e o amor que envolveram o curso com certeza foram as bases para que eu pudesse mostrar minhas vulnerabilidades e, paradoxalmente, ao fazer isso acessei imediatamente minha força e uma grande fonte de amor.

Durante uma dinâmica com o grupo aprendi algo que levarei para toda minha vida: que se gasta muita energia para sustentar uma defesa (essa camada de proteção que citei) e ao abrir mão disso, abre-se espaço para a energia circular e ser canalizada de uma forma muito melhor. Senti uma leveza muito grande. Como se eu tivesse aberto espaço para minha criatividade fluir; um estado de expansão. E como psicóloga, é claro que eu compreendia isso com a mente, mas jamais havia sentido isso com o corpo. Sou muito grata a esse grupo e aos queridos Talib e Shubhaa Fisher.

Não foi um curso em que minha mente precisou entender, mas um curso em que meu corpo sentiu a limpeza de medos e o fluir da energia do amor, o amor pela minha vida, pelo meu corpo, pela existência.

Foi o deixar ir de memórias e aprendizados de dor e de medo para poder dizer SIM para experiências de prazer e alegria!

Muito difícil explicar em palavras. Muito mesmo! Existem coisas que não podem ser atingidas por palavras. Esse curso é uma delas!

Gratidão à Osheanic International e a todos que fizeram parte dessa experiência!

Obs: Existem várias definições sobre a palavra TANTRA, para mim o Tantra é um estado de presença, amor e confiança!

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Todos os outros dias

O que faço com cada novo dia que recebo?
Como decido vivê-lo?
Que emoções tomam conta de mim?
É certo que um dia morrerei, mas como decido viver todos os outros dias é uma escolha pura e unicamente minha.
 
Quando escolho dizer sim para mim, para minha verdade, para atividades e pessoas que contribuem para a expansão da minha energia, estou escolhendo dizer sim para a vida, estou escolhendo como quero me sentir e como quero enxergar o mundo ao meu redor.
 
Um sim para mim, significará muitas vezes um não para o outro e para muitas outras atividades, mas se esse sim é a minha verdade, eu sei que é o caminho, afinal, se ele não for verdadeiro, se eu disser sim querendo dizer não, o final de tudo isso será ressentimento e angústia.

E isso não significa que eu nunca faça isso, ou seja, que eu nunca fale um sim, quando na verdade queria dizer não. Esse na verdade é um grande desafio, desafio que tenho ficado consciente dele a cada dia, através de terapia, cursos, meditação.....
 
A verdade é o único caminho que me liberta das minhas prisões, medos, traumas e é o único caminho capaz de me levar para meu centro. Um lugar cheio de amor e presença.
 
Na minha caminhada pessoal e profissional vejo a importância de percorrer esse caminho!
 
E é assim que escolho viver todos os outros dias!!!!!
 
Espero que essa reflexão possa te ajudar na sua caminhada!
 
Gratidão!

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Diga sim à vida


Nossa mente exerce um papel importantíssimo na maneira como nos sentimos. É ela que interpreta eventos e dá significado para eles.

Ela direciona nossos pensamentos e, a partir daí, podemos sentir culpa, medo, sofrimento, prazer, alegria, etc...

É de extrema importância para nossa saúde emocional observar a mente atentamente e duvidar do que não promove a vida.

A dor é um estado de alerta. Quando estamos bem, ficamos tranquilos, mas se, por exemplo, machucamos nosso dedo, ficamos em estado de alerta para não machucar o local repetidamente. Se sentimos uma dor no estômago, logo procuramos um médico ou tomamos medicamento. Não conseguimos ficar passivos diante da dor. Ela pede ação.

O sofrimento já é diferente, ele entorpece, hipnotiza. Ficamos mergulhados nele, geralmente com muitos “e se.....”. E nossa mente cria um estado de sofrimento tão grande que nos leva a muitas doenças e transtornos, a citar a depressão, ansiedade, síndrome do pânico, etc...

É válido lembrar que os muitos “e se....” que criamos dentro da mente são completamente inúteis e podemos escolher tratá-los como tal. Porque o “e se...” nunca existiu. É apenas uma ilusão criada pela mente. Fazemos nossas escolhas baseado no que temos de vivência e experiência hoje. Nossa mente não é a mesma de ontem, imagine 10 anos atrás. Como poderíamos ter tomado essa ou aquela atitude? Se enxergamos um melhor caminho hoje é porque nossa mente de hoje pensa assim, mas 10 anos atrás ela fez o que tinha experiência e consciência para fazer naquele momento.

Ficar pensando no “e se...” só consome uma energia que poderia ser empregada para investir em consciência e autoconhecimento, para viver um hoje mais saudável e, consequentemente, um amanhã também mais saudável.

Por isso, a consciência e a observação dos pensamentos são de extrema importância. Quando sentimos dor emocional, assim como a dor física, é sinal de que algo não vai bem. É necessário olhar para dentro, sentir nossa energia vital, perceber o que está causando a dor e não ficarmos passivos diante dela. É preciso observar conscientemente para não entrarmos em sofrimento, pois, este cega, hipnotiza e nos deixa envolvidos, muitas vezes, numa teia de pensamentos negativos que ao perceber, já estamos questionando o sentido da existência.

Todos temos dentro de nós um “Eu sábio”, há diversos nomes para ele, alguns também o chamam de intuição. Enfim, essa é uma voz que não engana, que é clara, que não mente. Nossa mente pode até se envolver com nossos pensamentos e mentir para nós mesmos, mas nosso “Eu sábio” não mente, ele é nossa energia vital, que vai em direção à vida.

Ouvir e seguir o “Eu sábio”, assim como observar a mente com consciência,  é dizer sim à vida.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Sombra

A sombra é um dos principais conceitos da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung.
Ela é o lado obscuro, o lado oculto e sombrio da nossa personalidade. Segundo Jung, ela abriga instintos animais que herdamos das espécies primitivas ao longo das eras. Acolhe as ideias, desejos, tendências, memórias e experiências reprimidas ou ocultadas por serem incompatíveis com os padrões sociais ou com padrões que impomos a nós mesmos. Ela contém o que consideramos inferior, aquilo que negligenciamos e aquilo que queremos ocultar ou negar.
 
Conheci o conceito da sombra bem antes de iniciar o curso de Psicologia. Durante minha graduação estudei um pouco sobre a sombra e através das leituras e workshops de Debbie Ford, que estudou Carl G. Jung profundamente, tenho me aprofundado neste conceito.
 
Tenho aprendido e reconhecido a importância de conhecer, acolher e iluminar nosso lado sombra.
 
Jung disse: "Aquilo que não fazemos aflorar à consciência aparece em nossas vidas como destino".
 
Quantos fatos sobre nós, aceitamos como "destino", eu sou assim, não tem jeito,....?
 
Tentamos negar nossa sombra, pois a vemos como algo terrível.
 
Como Psicóloga, estudante do comportamento humano e na minha própria trajetória em busca do autoconhecimento percebo a atuação da sombra, seus efeitos e como muitas vezes não conseguimos valorizar e nem ao menos enxergar nossas qualidades e talentos, pois estamos lutando para negar aspectos indesejados em nós. Estamos lutando para não ser aquilo que está contido em nossa sombra.
 
Foi a partir disso que percebi a importância deste processo de conhecimento, acolhimento e iluminação da sombra no caminho da transformação.
 
O trabalho que Debbie Ford fez durante grande parte de sua vida no sentido de ensinar as pessoas a conhecer, acolher e iluminar essa parte presente em todos nós é um processo de extrema importância para integrar uma parte nossa que guarda tesouros importantíssimos e atingir a totalidade do nosso ser.
 
Bill Spinoza disse: "Aquilo com que você não consegue coexistir não o deixará existir".
 
É importante trazer à consciência essa parte nossa para que possamos trilhar um caminho mais autêntico.
 
Connie Zweig disse: "Cada um de nós contém um Dr.Jekyll e um Mr.Hyde: uma persona agradável para uso cotidiano e um eu oculto e noturnal que permanece amordaçado a maior parte do tempo. Emoções e comportamentos negativos - raiva, inveja, vergonha, falsidade, ressentimento, lascívia, cobiça e tendências suicidas  - ficam escondidas logo abaixo da superfície, mascaradas pelo nosso eu mais apropriado às conveniências. Em seu conjunto, são conhecidos na Psicologia como a sombra pessoal, que continua a ser um território indomado e inexplorado para a maioria de nós".
 
Explorar esse território, iluminar nosso lado sombra e acolher nossa totalidade é responsabilidade única de cada um.
 
A sombra tem um papel importante na busca pela Luz, pois quando mergulhamos fundo em nossos aspectos mais assustadores, retornamos trazendo à tona as nossas qualidades.
 
Debbie Ford sugere que prestemos atenção aos nossos próprios sermões. Projetar nos outros nossas dificuldades é julgar e condenar aquilo que não gostamos em nós mesmos. O sermão na verdade vale para aquele aspecto que nós mesmos estamos ocultando.
 
O mundo é um grande espelho e através dele podemos ver nossos comportamentos e atitudes. Enquanto não assimilarmos e aceitarmos o nosso lado sombrio, ele nos espreitará. Quando entendemos que ele faz parte de ser humano e aceitamos esses aspectos como parte integrante do ser, rompemos as correntes que amarram a nossa felicidade.