quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Alquimia Mental

Texto escrito por Marie Blanche
www.mariebize.com.br
 
"Por que alguns vícios parecem intransponíveis? Algumas obsessões recorrentes?

Parece haver uma parte de nós mesmos que se recusa a cooperar. Comum cair em erros quando ainda os são inconscientes. Difícil é compreender a dificuldade de sair destes círculos viciosos mesmo tendo consciência.

A consciência é o ponto fundamental para o início de qualquer trabalho de alquimia, todavia ela, por si só ,não sustenta a força para a mudança. O que sustenta a força de ação?

Além de reconhecer a existência de um espaço obscuro dentro de si e de iniciar o processo de auto observação e lembrança de si mesmo é necessário algo além. Um senso de conexão deve ser criado, o sentido da vida expandido, o processo de individuação iniciado.

Em diversas filosofias e tradições, a meditação é utilizada como recurso fundamental para o aquietamento mental fundamentalmente necessário para a possibilidade de criar um espaço vazio dentro da mente. Isso é tudo que é necessário. Pois este é o terreno fértil e necessário para brotar a semente da plenitude.

O trabalho de Visualização é basicamente o poder da meditação concentrado num objetivo. Um vazio direcionado. Uma energia de força mental para o objetivo sem criar expectativas de como isso deve extamente ocorrer.
O trabalho de Alquimia Mental é transformar o pensamento em ação criativa e criadora."


Fonte:
https://www.facebook.com/AlquimiaMental/posts/616879698377534

Psicologia Positiva

O que é Psicologia Positiva?

A Psicologia Positiva investiga a dinâmica dos relacionamentos saudáveis, fatores que levam grupos de trabalhos a resultados satisfatórios e a realização pessoal duradoura.

Fonte:
https://www.facebook.com/InstitutoDePsicologiaPositivaEComportamento


O vídeo abaixo é bem explicativo sobre o tema:



Fonte:
http://www.psicologiapositiva.com.br/biblioteca/videocast.php

Felicidade pra quê?
 
No ano de 2000 Barbara Fredrickson, pesquisadora da Universidade de Michigan, recebeu um prêmio da John Templeton Foundation por seu trabalho acerca da função das emoções positivas. Por meio desse estudo, descobriu-se que as emoções positivas (e, por extensão, a felicidade) possuem uma finalidade muito maior do que, simplesmente, a de promover o bem-estar.  
Emoções positivas tais como alegria, otimismo, esperança, dentre outras, fortalecem nossos recursos intelectuais, físicos e sociais dos quais podemos lançar mão quando uma oportunidade ou uma ameaça se apresentam no ambiente.

Esse estudo também mostrou que, ao contrário do que ocorre com as negativas, o cultivo das emoções positivas promove uma disposição mental expansiva, tolerante e criativa, deixando as pessoas abertas a novas idéias e experiências.

Considerando que, a partir da Revolução da Informação, as sociedades têm se tornado cada vez mais complexas e interdependentes, alguns pesquisadores são enfáticos ao afirmarem que do cultivo das emoções positivas dependeria a própria sobrevivência da espécie humana. No mundo corporativo essa realidade se repete.
Por isso, muitas empresas ao redor do mundo têm traçado suas estratégias de gestão de pessoas baseadas nos princípios da Psicologia Positiva. Todas elas cientes de que a promoção da felicidade no ambiente de trabalho pode, além de atrair e reter talentos, transformar-se numa poderosa fonte de vantagem competitiva.

Fonte:
http://www.psicologiapositiva.com.br/psicologia-positiva/tela-psicologia.php













Acesse o site abaixo para ler a matéria e assistir ao vídeo referente à foto acima.

http://www.flowpsicologiapositiva.com/wordpress/

 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Perda X Enfrentamento

A perda é uma situação difícil para todas as pessoas capazes de se envolverem emocionalmente com outro ser humano. Há diversos tipos de perda, mas o objetivo deste texto é falar sobre a perda de um companheiro ou companheira por morte física.
 
Ninguém é capaz de medir a dor de alguém que perdeu seu companheiro(a), porque cada pessoa sente de uma maneira própria. Podemos ter empatia pelo outro, imaginar o quão difícil seja passar por esta dor, podemos até passar pela mesma dor, mas ninguém jamais sentirá da mesma forma que outro ser humano.
 
Ao passar por uma situação desta, cada pessoa terá de achar sua própria maneira de enfrentamento.
 
Em terapia é possível trabalhar a elaboração da perda, falar sobre ela, chorar por ela, trabalhar o luto.
 
Há, contudo, muitas maneiras de enfrentamento e elaboração. Ouvir histórias de outras pessoas, por exemplo, pode ser de grande conforto. Aprendemos que elaborar um luto não é um processo linear. Há dias bons e dias muito difíceis. Há os dias em que a esperança não pode ser vista, outros em que ela é capaz de brilhar.
 
Recentemente li o blog de Angelo Merendino chamado "The battle we didn't choose" (A batalha que não escolhemos). Após 5 meses de casado, sua esposa descobriu que estava com câncer de mama. Após 4 anos de luta ela morreu. Uma das formas que Angelo encontrou para enfrentar essa perda foi fazendo este blog em que ele conta sua história com a esposa. Ele é fotógrafo, então, registrou vários momentos com a esposa. Expôs suas fotos em galerias, gravou vídeos sobre sua história. Ele conta como foram os anos na luta contra o câncer. A ajuda que teve de grupos de suporte. Suas lutas e como tem sido após a perda.
 
Abaixo segue o blog de Angelo:
 
 
Outra história de perda e enfrentamento que acompanho é a de Lisa Nieme Swayze, que foi casada com o ator Patrick Swayze. Patrick morreu em 2009. Como já escrevi neste blog, Lisa adotou várias maneiras de lidar com a perda do seu marido, com quem foi casada por 34 anos. Recentemente acessei seu blog e li algumas de suas postagens nas quais podemos perceber claramente sua batalha nesta jornada de enfrentamento, com altos e baixos, mas que, apesar disto, ela tem uma mensagem de esperança. Em seu último post, de Junho de 2013, chamado "Stronger" (mais forte), ela escreve:
 
"I think I’m lonely tonight because I feel so very, very sorry for that girl who was me a year ago. And there was nothing I could do to help her. But I hold her in her loneliness. And I tell her that I understand. And I remind her that she needs to forgive herself. For not…being perfect…for not….finding her way. And I’d like to whisper in her ear that it’s not over until the fat lady sings. I’d like to whisper that very, very good things are going to happen, and she will receive unexpected gifts in the future. Many, many, very, very, unexpected gifts".
 
"Eu acho que estou sozinha esta noite porque eu sinto tanto por aquela garota que eu era um ano atrás e não havia nada que eu pudesse fazer para ajudá-la. Mas eu a acolho em sua solidão. E eu digo para ela que eu entendo. E eu a relembro que ela precisa se perdoar. Por não... ser perfeita....por não.....encontrar seu caminho. E eu gostaria de sussurrar em seu ouvido que não está acabado enquanto ela tiver vida. Eu gostaria de sussurrar que boas, coisas muitos boas vão acontecer e ela receberá presentes inesperados no futuro. Muitos, muitos, muitos, muitos presentes inesperados".
 
Abaixo segue o site de Lisa:
 
 
Gostaria de terminar com a frase de Nicole Sobon:
 
"Sometimes the hardest part isn't letting go, but rather, learning to start over"
 
"Às vezes, a parte mais difícil não é deixar ir, mas aprender a recomeçar"

 

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Carreira - Perseguir o sonho

Perseguir um sonho é não desistir frente aos obstáculos; é buscar estratégias para torná-lo realidade; é ter força para lidar com a frustração da espera e com as circunstâncias que enfrentaremos no caminhar.

Primeiro é preciso acreditar no sonho, depois é importante buscar alternativas de por onde começar. Muitas vezes precisamos andar por outros caminhos antes de chegarmos à rota do sonho; estes caminhos nos sustentarão até que possamos, enfim, realizar o sonho.
 
Luciana Ribeiro

Abaixo segue uma transcrição de um comentário de Max Gehringer para a rádio CBN em 29/10/10 sobre perseguir um sonho ou buscar uma carreira de sucesso:

Bobeei", escreve um ouvinte, dando a conclusão antes mesmo de explicar a situação. Ele conta o seguinte: "Comecei a trabalhar cedo, mas não conduzi a minha carreira corretamente. Mudei de área e de empresa diversas vezes, sempre seguindo meus sonhos, ideais e convicções. Fui muito filosófico e pouco prático. Hoje tenho 32 anos e não cheguei a lugar nenhum. Ainda dependo do meu pai financeiramente, tenho um currículo psicodélico, que não me ajuda a conseguir entrevistas, e muito menos um bom emprego. E estou desempregado mais uma vez. Não sei o que faço. Continuo seguindo meu coração, buscando o que gosto de fazer, com a esperança de que um dia serei recompensado?"

Vamos lá. Uma vez, eu respondi a um ouvinte que ele, entre fazer o que gostava ou o que daria mais dinheiro, deveria optar pelo dinheiro. Assim, um dia, ele teria dinheiro suficiente para fazer o que gostava. E alguns ouvintes escreveram discordando da minha opinião.

Mais recentemente, quando falei sobre os cursos que geram mais oportunidades no mercado de trabalho, um par de ouvintes me recriminou por não ter dito que um jovem deveria escolher um curso que mais gosta, e não o que daria mais retorno material imediato.
 
São opiniões sensatas, de pessoas que devem estar fazendo o que gostam, e ganhando dinheiro com isso. Mas que são mais a exceção, do que a regra. Não que a mensagem do ouvinte de hoje seja definitiva, mas ela me parece retratar melhor o que é o mercado de trabalho.

Muitas vezes, há uma dicotomia entre o que gostamos de fazer e aquilo que fazemos bem. Quantos jovens não gostariam de ser músicos, e acabam optando por estudar direito ou administração, e indo trabalhar numa empresa? E aí, descobrem que são muito bons em algo que não era a sua primeira opção emocional, mas conseguem construir uma carreira bem sucedida.
 
Eu sou a favor de qualquer pessoa que queira perseguir um sonho, desde que a pessoa entenda que a recompensa por isso não será garantida. E eu diria mais: a grande maioria dos profissionais que conheço não tinha a carreira atual como primeira opção, quando eram jovens.

Há casos em que procuramos uma carreira, e há casos em que uma carreira nos encontra. Ao nosso ouvinte, eu diria que sim, ele deve fazer agora, mesmo que não goste muito, algo que lhe permitirá fazer mais tarde, apenas o que ele gosta.

Max Gehringer, para CBN.
 

Mercado de Trabalho

Adolescentes de todo mundo enfrentam desafios para conseguir entrar no mercado de trabalho. Isto acontece devido às constantes mudanças que acontecem na economia e nas mudanças de direções do mercado de trabalho, exigindo dos profissionais: flexibilidade, capacitação e personalidade.

Sabe-se que o bom profissional precisa ter conhecimento técnico, estar alinhado às competências valorizadas pelo mercado e antenado com as novas tecnologias e tendências na área de atuação, mas o que realmente as empresas esperam dos jovens profissionais?

Os empregadores pontuam que características comportamentais dos jovens são diferenciais na hora de escolherem o candidato. Quanto a isto, o jovem pode se perguntar: Mas como construir diferenciais quando você ainda não tem experiência?

Não existe uma receita pronta para construir aspectos pessoais, mas alguns pontos são importantes de serem olhados:
 
  • Baixa capacidade de adaptação ao ambiente de trabalho;
  • Habilidades sociais,
  • Atitude e etiqueta no trabalho.
Desta forma, o melhor jeito de aprender a usar a personalidade a favor da carreira e de adequar o comportamento à realidade do universo corporativo é participando de projetos profissionais ainda durante a sua formação, se envolver em trabalhos voluntários, empresas Junior, estágios, realizar cursos complementares e outras ações que ampliem seus contatos e experiências profissionais.

Atualmente vivemos em um mundo cada vez mais competitivo, no qual a pressão por resultados é sempre crescente e dramática. Devido a isto, as empresas esperam que até mesmo os jovens apresentem qualificações mínimas.

Muitas empresas entendem a dificuldade de investimento em uma educação e também o fato de o sistema educacional brasileiro enfrentar problemas, mas dizem que aconselham o jovem a se preparar ao máximo, buscando oportunidades  de formação em centros comunitários, programas do governo, enfim, onde for possível obter alguma preparação.

Para os jovens que estão no Ensino médio as empresas aconselham  que eles aprendam, melhorem seus padrões de leitura, escrita e informação, pois isso vai ser decisivo para um emprego no futuro.

Ralph Arcanjo Chelotti, presidente da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos) diz que o jovem precisa investir tempo em sua qualificação, uma porta de entrada que seria interessante é a capacitação de voluntariado, pois atuando como tal o jovem vai adquirindo a capacitação  que o qualificará para um emprego satisfatório.

Abaixo Max Gehringer fala um pouco sobre mercado de trabalho.
 
 

Orientação Vocacional

 
A escolha da profissão não é para sempre, ela coincide com a fase do desenvolvimento na qual o jovem está se descobrindo novamente. É o nascimento existencial; quando ele está definindo sua identidade: quem ele quer ser e quem não quer ser. É o momento em que o jovem está buscando conhecer-se melhor, seus gostos, interesses e motivações.

Escolher é decidir, entre uma série de opções, a que parece a melhor naquele momento. Cada escolha feita faz parte de um projeto de vida que vai se realizando.

Em inúmeros casos, a escolha se realiza de forma arbitrária, condicionada por razões alheias ao próprio jovem. Sejam elas de ordem social, política ou econômica; estas o levam a ingressar em determinado curso universitário ou não, sem nem mesmo saber os motivos, com a vaga sensação de que realmente escolheu seu destino profissional, ou que, na verdade, a opção foi vigiada por fatores incontroláveis, impossíveis de serem discriminados nitidamente por ele próprio enquanto sujeito livre, consciente dos determinismos que o cerceiam e capaz de transcendê-los.
 
A Orientação Vocacional tem por objetivo facilitar o momento da escolha ao jovem, auxiliando-o a compreender sua situação específica de vida, na qual estão incluídos aspectos pessoais, familiares e sociais. Através de testes e conversas, um facilitador auxiliará o jovem a pensar e descobrir quais caminhos pode seguir, bem como a conhecer seus talentos, habilidades e aptidões.
 
A reportagem abaixo foi ao ar no jornal hoje e fala sobre orientação vocacional.


" A verdadeira profissão do homem é encontrar seu caminho para si mesmo" (Hermann Hesse)
 

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Relacionamento a dois


A teoria muitas vezes é bem mais fácil que a prática.
Não importa quantos livros leiamos sobre o amor e sobre a relação a dois. Não importa o quanto nos preparemos para o amor ou por quanto tempo fiquemos fugindo dele; quando decidimos nos entregar para um relacionamento muitas coisas ocorrem e é exigido de nós muita coragem.

Em seu livro Mulheres que Correm com os Lobos, Clarissa Pinkola Estés diz que “O amor tem seu custo. Ele exige coragem”.
Quando somos jovens e ouvimos as pessoas falando sobre relacionamento logo nos apressamos a dizer “Ah não, isso não acontecerá comigo. Eu farei diferente”.

Lemos coisas, participamos de cursos, palestras e treinamentos sobre relacionamento a dois, namoramos, conhecemos pessoas e achamos que sabemos exatamente o que é conviver a dois.
Lembro-me que na faculdade de psicologia apresentei um trabalho sobre psicanálise de casal e alguns do grupo compartilharam um sentimento de que apesar de ser algo bem mais profundo do que havíamos imaginado, estávamos um pouco mais sábios sobre o assunto.

Tudo o que aprendemos antes de conviver a dois pode ser bem utilizado durante o relacionamento, mas nada se compara ao desafio da convivência. As menores coisas ganham um grande significado, feridas antigas reaparecem, e permanecer juntos e com alegria passa a ser uma meta que exigirá mais que amor.
Particularmente acredito no amor e no relacionamento a dois. Penso que através deles temos a oportunidade de crescer enquanto pessoas e também de vivermos a nossa individuação de uma forma singular.

No capítulo 5 do livro Mulheres que correm com os lobos a autora conta a estória da Mulher Esqueleto. Esta é certamente uma estória muito interessante que faz uma analogia inteligente sobre a natureza de vida-morte-vida do amor.
Em poucas palavras, este termo vida-morte-vida fala, também, sobre resiliência, sobre ser capaz de encarar que em um relacionamento a dois as coisas nascem, morrem e renascem de uma forma diferente e este processo pode causar dor. É a dinâmica da vida. Para que as relações mantenham-se saudáveis e coisas novas aconteçam outras precisam morrer para transformarem-se.

A autora diz:
“O amor não significa um flerte ou uma procura de mero prazer para o ego, mas um vínculo visível composto da força psíquica da resistência, uma união que prevalece na fartura e na austeridade, que passa pelos dias e noites mais simples e mais complicados”.

“Existem, porém, exigências para esse tipo de união. A fim de criar esse amor duradouro, convida-se mais um parceiro para a união. Esse terceiro é a Mulher-Esqueleto. Ela é também chamada de A Morte e, nesse sentido, ela é a natureza da vida-morte-vida num dos seus muitos disfarces. Nessa sua apresentação, A Morte não é um mal, mas uma divindade”.

A convivência a dois é um desafio, é algo grande, algo que exigirá de cada um dos parceiros aprendizagem, vontade, coragem e outras coisas mais.
Mas ainda assim é algo maravilhoso. Algo que nos convida a nos conhecer, nos modificar e encarar a parte mais profunda do nosso ser, que guarda a escuridão que amedronta mas também nossa fonte de luz mais radiante.

Termino com outro trecho do livro Mulheres que correm com os lobos:
 “Às vezes não existem palavras que estimulem a coragem. Às vezes é preciso simplesmente mergulhar. Tem de haver em algum ponto da vida de um homem um período em que ele confie na direção que o amor o levar, em que ele tenha mais medo de ficar confinado a algum leito rachado do rio seco da psique do que de estar solto num território exuberante porém inexplorado”.
 
"Às vezes aquele que está fugindo da natureza da vida-morte-vida insiste em pensar que o amor é apenas uma dádiva. No entanto, o amor em sua plenitude é uma série de mortes e de renascimentos. Deixamos uma fase, um aspecto do amor, e entramos em outra. A paixão morre e volta. A dor é espantada para longe e vem à tona mais adiante. Amar significa abraçar e ao mesmo tempo suportar inúmeros finais e inúmeros recomeços - todos no mesmo relacionamento".